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Escrito por PX CLUBE DE MAUÁ às 19h12
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Hobby...
Hobby Filosofia Px 11 Metros

Hobby é o que fazemos nas nossas poucas horas de lazer. É uma atividade que nos envolve por inteiro e a fazemos sem interesse material. É uma forma de massagear nosso Ego e de renovar as nossas energias. Ele deve ser construído sem sacrifícios, sem extravagâncias se não fica descaracterizado. Qual o seu hobby então?

PX é o nosso hobby. Aqui a renovação do Ego se faz pelos contatos que a princípio é feito somente pelo rádio-equipamento, só depois se estendendo para os outros meios de comunicação. É nessas ondas (eletromagnéticas) também que encontramos uma categoria bem específica de "artistas" que realmente se interessam pela arte fascinante de se fazer amigos. Claro que o mar é sempre maior do que a quantidade de peixes digestivos e saborosos, contudo, pescar Pessoas continua sendo uma tarefa de muito empenho, responsabilidade e apaixonante. Nessa faixa (11 metros), percebe-se ao longo do tempo que o mundo é uma família só. Para aqueles que tem fascinação pela arte de fazer amigos (mesmo a longa distância), esse é o meio certo de comunicação. 

        


CÓDIGO DO RADIOAMADOR*

PRIMEIRO: O radioamador é atencioso e ponderado... Conscientemente ele jamais usará sua estação para prejudicar a atividade dos demais colegas ou de alguma forma que possa diminuir-lhes a satisfação em operar.

SEGUNDO: O radioamador é leal... Ele oferecerá sua lealdade, encorajamento e apoio a seus companheiros, ao seu rádio clube local e à sua Liga Nacional, através da qual o radioamadorismo é representado.

TERCEIRO: O radioamador é progressista... Ele manterá sua estação no nível do conhecimento científico, conservando-a bem instalada e eficiente. Sua prática operacional deverá ficar acima de qualquer censura.

QUARTO: O radioamador é amistoso... Transmitir lenta e pacientemente, quando solicitado; aconselhar amigavelmente e orientar o principiante; prestar gentil assistência e colaboração; considerar e cooperar com o interesse alheio - estas são as marcas do espírito radioamadorístico.

QUINTO: O radioamador é equilibrado... O rádio é seu hobby. Ele nunca permitirá que o seu passatempo interfira em quaisquer de seus deveres e obrigações domésticas, profissionais, escolares ou que tenha para com a sua comunidade.

SEXTO: O radioamador é patriótico... A sua estação e o seu conhecimento estarão sempre disponíveis e a serviço do seu país e de sua comunidade.

* Concebido originalmente em 1928 pelo radioamador norte-americano Paul M. Segal, W9EEA, esse código foi adotado como oficial, em escala mundial, por votação unânime, na X Assembléia Geral da IARU - Região 2, realizada em 1989, em Orlando, Flórida. Tradução autorizada pelo Dr. Ariosto Rodrigues de Souza, PT2BW, vice-presidente da LABRE e liaison officer com a IARU. 



Escrito por PX CLUBE DE MAUÁ às 19h09
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Escrito por PX CLUBE DE MAUÁ às 19h07
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Teatro Municipal de Maua



Escrito por PX CLUBE DE MAUÁ às 19h05
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Dicas para operação de equipamentos de rádio


Aos novatos a melhor sugestão é ouvir bastante, ou como se diz entre os veteranos do rádio, "coruje" bastante, pois só ouvindo é que se aprende rapidamente os meandros e os macetes dos códigos usados.

Escute os futuros colegas operando e em breve você terá todos os trejeitos para se comunicar sem medo de errar. Apenas uma dica, o pessoal de radioamadorismo não gosta muito de conversas cheias de gírias, como se usam com freqüência na Faixa do Cidadão. Portanto em vez de gírias, procure falar corretamente e usar os códigos a vontade.

Agora mais duas dicas sobre operação de rádio transceptores:

 

Utilizando o microfone ou mike: fale sempre respeitando uma distância de aproximadamente 5 cm entre sua boca e o microfone. Não há necessidade de enfiar a boca no mike pois isso vai dificultar sua fala e pode saturar o áudio para quem está ouvindo.

Gritar também é procedimento que nem sempre resolve, veja: ao utilizar um equipamento de PX, falar mais alto sempre ajuda, pois o tipo de transmissão requer áudio com potência. Já em equipamentos de VHF que transmitem em FM o grito nem sempre é necessário. Para qualquer equipamento, fale sempre clareza, volume de voz moderado e pausadamente, que o outro colega irá lhe entender melhor. 

Calibrando o Squelch: muitos cometem um erro simples ao utilizar um transceptor, quando vão ajustar o silenciador ou Squelch. Este "botãozinho" controla um circuito que detecta se há ou não sinais de rádio na freqüência ou canal escolhido. Ele funciona como um ouvido atento, que ao ouvir um sinal com intensidade razoável, abrirá o alto-falante e liberará o áudio para escuta.

Porém, se você calibrar o squelch deixando-o muito fechado, o rádio simplesmente não ouvirá sinais mais tênues e manterá o auto-falante em silêncio, muitos fazem isso para que o rádio pare de chiar e incomodar o ocupantes do veículo. Em trilhas e deslocamentos em comboio, é comum um colega ou outro fechar o squelch de seu equipamento demasiadamente, o que o deixará isolado dos demais, pois não conseguirá ouvir as outras estações.

O que se vê é um participante chamando o outro, que ouve sem problemas, e ao responder não é ouvido, pois o primeiro está com o squelch do rádio muito fechado. Para resolver o problema faça o seguinte: vire o squelch todo para a esquerda abrindo-o. O auto-falante irá chiar, agora, gire o botão até que o auto-falante fique em silêncio. Está quase pronto.

Então gire mais um pouco para que ele se feche de vez. Agora está calibrado e em condições de uso. Mas se o sinal de seu colega estiver muito fraco não há o que fazer a não ser abrir o squelch de vez, todo para a esquerda, e ouvir a mensagem no meio da chiadeira. Tem situações que se precisa deixar o squelch aberto o tempo todo, pois a outra estação está muito distante e o sinal que chega é muito fraco, se você fechar o squelch não ouvirá nada.

João Roberto Gaiotto, colaborador da Webventure, técnico em telecom e off-roader, é autor do livro .TÉCNICA 4X4 , Guia de Condução Fora de Estrada, e ministra cursos de condução 4x4 para a rede Dpaschoal/Goodyear e na PUC-PR.

FONTE: João Roberto de C. Giaotto
(jroberto@webventure.com.br



Escrito por PX CLUBE DE MAUÁ às 19h03
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Shoping Plasa Maua



Escrito por PX CLUBE DE MAUÁ às 19h02
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Antiga Praça 22 de Novembro



Escrito por PX CLUBE DE MAUÁ às 18h59
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Espectro de freqüência

 

Saindo um pouco da condução 4x4 vou atender a alguns pedidos sobre dicas de operação de radiocomunicadores, muito úteis em comboios de jipes em trilhas off road por esse Brasil a fora. As alternativas para uma comunicação remota são várias, e cada necessidade tem sua melhor solução técnica. Para atividades de campo pode-se dividir as modalidades e equipamentos em 4 categorias principais:

 

Serviço Privado


Rádio Cidadão


Rádio Amador


Telefonia Celular via Satélite

Antes de entrar em cada uma dessas opções, você conhecerá um pouco dos princípios de funcionamento de todo esse universo de possibilidades a sua disposição. Para essa coluna abordarei a parte mais elementar de uma comunicação radiofônica, as ondas de rádio.

A rádiofreqüência: o que é essa misteriosa e mágica "rádiofreqüência", que permite que rádios, televisores, celulares e satélites funcionem de maneira tão espetacular? E que proveitos se pode tirar dela em incursões off-road?

O espectro de freqüência pode ser dividido de maneira simples em: áudio, luz e rádio. O espectro de áudio compreende tudo o que se pode ouvir. Um pouco mais acima chegamos no espectro luminoso que abrange tudo o que o olho humano pode ver, e mais algumas freqüências como o infra-vermelho. Subindo ainda mais chegamos aonde nos interessa, o espectro de rádio. Estes sinais se comportam basicamente como as ondas sonoras e luminosas, ou seja, refletem em superfícies sólidas e com maior propriedade em superfícies metálicas. 

Além de metais existe outra excelente refletora das ondas de rádio que é a Ionosfera, uma das camadas de nossa poluída atmosfera, e que se situa a aproximadamente 200 Km de altura. Uma parcela do espectro de rádio reflete na Ionosfera, voltando para a superfície terrestre. A outra parcela de sinais, com freqüências muito mais elevadas, perfuraram a camada e seguem pelo espaço afora.

Estas características são amplamente exploradas nas telecomunicações. Com esta rápida introdução do princípio das ondas de rádio, você poderá entender melhor o funcionamento dos equipamentos, e escolher aquele que lhe servirá em uma viagem.

Seguem agora os tipos de serviços e o que eles podem proporcionar a você em uma trilha de off road.



Escrito por PX CLUBE DE MAUÁ às 18h56
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Serviço privado - As modalidades de transmissão e faixas de freqüências são semelhantes às utilizadas pelo Rádio Cidadão e Radio amador. A única diferença é que o Serviço Privado é usado por empresas e não é permitida a entrada no canal de rádio, de pessoas estranhas ao quadro de funcionários.

Exemplos de uso do Serviço Privado: Polícia, serviço público, empresas de energia elétrica, saneamento, vigilância de empresas, grandes frotistas, comunicação entre fazendas e escritórios distantes , etc. 

Serviço de Rádio Cidadão - É a modalidade de operação mais popular, onde qualquer pessoa pode requisitar uma licença junto ao escritório do MINFRA mais próximo de sua cidade. Podendo ser operado livremente tanto com equipamentos instalados em casa, ou no trabalho, bem como em veículos, o Serviço de Rádio Cidadão, conhecido também por Faixa do Cidadão, CB ou PX, é o preferido pelo público pela facilidade de instalação e obtenção de licença de operação.

Nas ondas curtas entre 26 e 27 MHZ, a Faixa do Cidadão opera na faixa de rádio que é refletida pela Ionosfera. Disso pode-se tirar grande proveito, já que o sinal viaja até a Ionosfera e é refletido de volta para a Terra. Com esse comportamento o sinal viaja o mundo todo, dando saltos de subida e descida continuamente até perder a intensidade.

Exemplos de equipamentos usados em Faixa do Cidadão: Rádio para Faixa do Cidadão. - Este modelo tem apenas AM e em raras ocasiões pode fazer contatos intercontinentais ou HT para Faixa do Cidadão.

Então conclui-se que com dois equipamentos bem instalados pode-se realizar uma conversa radiofônica intercontinental com toda a segurança.

O tamanho da antena também está diretamente ligado à faixa de operação do equipamento, sendo menor a antena, quanto maior for a freqüência de operação. Para a Faixa do Cidadão, as antenas para veículos tem em média 2,73 metros de comprimento, o que é na verdade apenas ¼ do comprimento total da onda, que tem em torno dos 11 metros. São as famosas "maria-mole", que vemos em jipes e caminhões, que rodam pelas estradas do Brasil e do mundo. 

Tipos de aparelhos Basicamente existem dois tipos de aparelhos. O primeiro, apresenta apenas uma modalidade de transmissão, a Amplitude Modulada - AM, que permite dois tipos de contatos: os diretos, que raramente excedem 10 quilômetros de distância, e os intercontinentais, se a propagação for bastante favorável, ou seja, estiver aberta. Seu preço gira em torno de U$80,00.

O segundo tipo trabalha na modalidade SSB - Single Side Band, ou simplesmente "Banda Lateral", como é conhecido entre os operadores, e é o mais adequado para quem deseja contatos com outras regiões do Brasil e exterior.

Com um equipamento deste, é fácil e barato enviar mensagens de qualquer lugar a partir de mais ou menos 2.000 quilômetros do local de transmissão. Mas por que essa distância? Acontece que, como vimos acima, o sinal de rádio reflete na Ionosfera antes de retornar para a Terra e a distância mínima entre os saltos, para a freqüência de operação da Faixa do Cidadão, é 2.000 quilômetros.



Escrito por PX CLUBE DE MAUÁ às 18h55
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A distância entre esses pontos de salto, é considerada como área morta, ou zona de silêncio. Se você estiver em algum local dentro da zona de silêncio não conseguirá contato de jeito nenhum, a não ser que haja uma anomalia nas reflexões de sinal, ocasionada pelas atividades solares. Cada faixa de freqüência sofre a influência da Ionosfera de maneira distinta, sendo que a partir de uma certa faixa do espectro o sinal não reflete mais e fura a camada em direção ao espaço, comportamento explorado então pelos satélites. 

 
A antena - Independente do rádio que desejar instalar você precisará conectá-lo à bateria de 12 Volts, e a uma antena, que por sua vez também precisa estar muito bem instalada e calibrada para o melhor desempenho.

A instalação de qualquer antena transmissora, em um veículo, implica na necessidade do cabo coaxial ter contato metálico com a carroceria ou chassi, o que significa dizer que se houver tinta no caminho, ela deverá ser raspada e removida, pois a ausência deste contato elétrico irá comprometer o desempenho do equipamento. Para quem tem um veículo novo, a instalação de uma antena transmissora pode ser um problema por dois motivos principais.

O primeiro ocorre se ela for instalada no pára-choque, pois as partes plásticas podem não oferecer uma base firme à antena, o segundo se for fixada na calha, pois a tinta será removida durante a instalação do suporte da antena nos pontos usados para a fixação dos parafusos. O técnico deverá encontrar uma alternativa para evitar danos à carroceria, pois sem contato metálico a antena não funcionará corretamente. 

Antenas pequenas, as famosas bobinadas, necessitam ter a bobina afastada de qualquer parte metálica como bagageiro, grades ou calha do veículo. Pois a bobina faz parte da antena como um todo, e mesmo sendo protegida por uma capa plástica, pode ficar ao lado de peças metálicas que estão aterradas ao chassi e ao negativo da bateria. Você pode ver pelas ruas, antenas bobinadas fixadas imprudentemente em pára-choques, tendo como resultado dessa instalação o péssimo rendimento do conjunto, resultando em um transceptor trabalhando em regime forçado e sujeito a ter sua etapa de potência danificada.

Se por um lado tem-se a parte metálica do veículo, o que prejudica o desempenho do transmissor, por outro lado é uma aliada para direcionar o sinal, concentrando mais potência em uma determinada direção. Mas como?? É simples, as partes metálicas fazem o "plano de terra" do veículo, e atraem o sinal de rádio, tanto na transmissão como recepção, e conhecendo essa peculiaridade pode-se administrar melhor os contatos radiofônicos de longa distância.   



Escrito por PX CLUBE DE MAUÁ às 18h54
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Museu de Maua



Escrito por PX CLUBE DE MAUÁ às 18h51
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Escrito por PX CLUBE DE MAUÁ às 18h50
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Polo Petroquimico Capuava



Escrito por PX CLUBE DE MAUÁ às 18h47
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AMIGOS SÃO ANJOS


"Você Nunca Vai Estar Sozinho"

Se houver alguma hora
Que as lágrimas encham seus olhos
E você não puder olhar para além das sombras
E procurar o sol no outro lado
Não se desespere
Porque sempre vai haver alguém ao seu lado
Não perca a fé
O amor não vai deixar você se perder
Porque você...
Nunca vai estar sozinho
Eu sempre estarei a postos
Eu vou te afastar do frio
E te apoiar quando você chorar
Eu estarei forte ao seu lado
Quando você não puder encontrar sua força interior
Você sempre terá um lar
Bem aqui nos meus braços
Você nunca vai estar sozinho;
O amor estará a postos
Se algum dia
A chuva encontrar seu coração
E você sentir frio, cansado e sozinho
E o mundo escurecer
Não se assuste
Basta estender suas mãos e eu estarei ao seu lado
Não perca a esperança
O amor vai te enxergar através disso tudo
Porque você..
Estará a postos para levantar por cima da dor e do medo,
Estará a postos para carregar em meio às lágrimas e à chuva
Estenda suas mãos
Eu irei te apoiar
E te mostrar que você..
É muito especial!!!



Escrito por PX CLUBE DE MAUÁ às 18h44
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Pesqueiro Alfa



Escrito por PX CLUBE DE MAUÁ às 18h43
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Ser Radioamador

Radioamadorismo é um dos mais fascinantes, versáteis e instrutivos Hobbes científicos, e teve início com os transmissores e receptores de telegrafia em ondas curtas. Hoje, já incorpora todos os aspectos de alta tecnologia envolvidos na construção, lançamento, rastreamento e operação de satélites, e entra na época dos veleiros solares a transmitir em órbita lunar.

Com quase oito décadas de atuação e com sua freqüente contribuição ao desenvolvimento tecnológico do mundo (a utilização do efeito Doppler para localização mundial pelo SARSAT foi concebida pelos radioamadores durante a operação do OSCAR-6 e OSCAR-7), os radioamadores conquistaram o respeito dos governos e a admiração de largas camadas da população. É obrigação de todo radioamador zelar pela manutenção desse respeito e dessa admiração.

Iwan Th. Halász

Handbook do Radioamador   
 

    Qualificações
Por que muitos "entram" para o radioamadorismo e poucos permanecem? Será que existem qualificações, traços de caráter, condição social que definem a permanência de um radioamador? Daí, gostaria de conhecer seu ponto de vista sobre essas questões (mota@secrel.com.br) mas aqui vai um texto para começo de reflexão.

 

As qualificações para ser radioamador

Todas as pessoas que têm contato pela primeira vez com um radioamador operando, ficam maravilhadas. Como "aquele negócio pequenino" (no caso o transceptor moderno) pode falar e ser ouvido pelo mundo todo! Mas o encantamento não pára aí. Ao ouvirem a voz do outro radioamador que se encontra distante, as vezes em países longínquos, fazem cara de espanto; ouvindo aquele fraseado todo desconhecido, as gírias, o código "Q", e tudo o mais. Porém quando estão no QTH do radioamador para participar de um QSO familiar, a admiração chega ao máximo, ao ouvir a voz do ente querido tão distante "chegando" tão nítida, como se ele estivesse ali ao seu lado. É nesse momento que o radioamador cresce no conceito do leigo, que, não se contendo, indaga: - "É difícil ser radioamador ?"

Não. Não é difícil. Entretanto o candidato terá que estar preparado humanamente para se tornar um dos nossos colegas. Apesar de não ser exigido nenhum diploma ou título, é necessário que o candidato, antes de mais nada, possua certas qualidades que reputamos de suma importância num radioamador, e que são as seguintes: 

1) - Ser, antes de mais nada, um autêntico consigo mesmo, pois o radioamador que se submete aos exames apenas influenciado, mas sem a devida motivação e o espírito radioamadorístico, esse nunca irá operar depois de prefixado, o que ocorre com muitos colegas, infelizmente;



Escrito por PX CLUBE DE MAUÁ às 18h39
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2) - Ser desprovido de certas vaidades humanas, pois os radioamadores não apresentam, como cartão de visita, nenhum título ou honraria para se identificarem, mencionam, simplesmente, seu indicativo de chamada. Depois, com a convivência, é que iremos saber que ele pode ser um médico, um oficial das forças armadas, um engenheiro, etc. No radioamadorismo todos são iguais, desde o mais simples pracista até o oficial graduado, pois, como dissemos, títulos ou diplomas não contam ponto para o ingresso na classe, muito embora alguns diplomas, tais como o de radiotelegrafista isente o candidato de se submeter à prova de CW, como o de engenheiro em eletrônica e eletricidade o isente de fazer as provas dessas disciplinas. Aliás, as entidades radioamadorísticas de todo o mundo são as únicas que não exigem do candidato diplomas para se filiarem a elas, e quem os possui não goza nenhum privilégio;

3) - Ser paciente. Nem sempre o radioamador pode ser atendido imediatamente por outro, quando solicita oportunidade. Às vezes terá que esperar um pouco mais até o outro concluir seu QSO, ou aguardar melhores condições de propagação, quando ele chama a ninguém o contesta. 

4) - Ser humano em todos os sentidos. Com isso não queremos dizer que seja observado "ao pé da letra", como se diz, que se vá tirar do que temos para dar a outrem carente, coisa que muitos fazem com muita satisfação. Mas, quando surgir uma situação de emergência, o radioamador será uma das mais úteis criaturas, não importando a quem estará servindo, o que possa gastar para cumprir sua obrigação como pessoa humana. Nessas ocasiões, como calamidade pública, epidemias, enchentes, e outras catástrofes, o radioamador tem sido de uma eficiência ímpar, às vezes comprando com seu dinheiro remédios e roupas para remeter aos necessitados, indo buscar pessoas para falar com outras em situação difícil, amenizando, assim, corações amargurados pela doença de um filho, etc. É verdade que, para servir aos outros, o radioamador terá que ficar sentado em frente ao seu equipamento de rádio por muitas horas, consumindo energia elétrica, aumentando a sua conta telefônica, trocando noites de sono por outras de vigília, protelando seu descanso e repouso após um dia intenso de trabalho cansativo, privando seus entes queridos do seu carinho e sua companhia, para ficar de ouvido atento no receptor, para solucionar os problemas que assumiu para resolver, naquela atitude de solidariedade humana que lhe é tão peculiar, mas que, depois da missão cumprida, a satisfação de que pôde ser útil a alguém.

Ser radioamador é tudo isso e muito mais. É pertencer a uma classe que não visa lucros com o seu hobby, que presta favores sem esperar retribuições, recompensas ou pagamentos pelo serviço prestado, é, finalmente, ser um pouco irmão de cada ser humano.

O Rádio Amadorismo, o mundo em seu lar.

De Roberto M. Rodrgirues - PY8-JS



Escrito por PX CLUBE DE MAUÁ às 18h38
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Escrito por PX CLUBE DE MAUÁ às 18h32
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Antigo Parque São Vicente



Escrito por PX CLUBE DE MAUÁ às 18h30
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O que é o radioamadorismo ?

O radioamadorismo, como o seu próprio nome indica, é um "hobby". É praticado universalmente e, dessa maneira, está sujeito a normas e regulamentos, que são discutidos e aprovados em convenções internacionais, que, por sua vez, são ratificados pelos países que delas participam, inclusive, o Brasil.

Oficialmente é difundido como um serviço de amadores, destinado a incentivar e desenvolver os conhecimentos técnicos das pessoas que, devidamente habilitadas e licenciadas pelas autoridades competentes, se interessam pelo estudo da radioeletricidade e sua aplicação no serviço de intercomunicações a título exclusivamente pessoal a sem interesse pecuniário.

Por conseguinte, o radioamadorismo é a atividade das pessoas treinadas no setor das intercomunicações amadorísticas, que se vão aperfeiçoando à medida em que operam suas estações de rádio, numa prática destinada ao treinamento individual mais apurado, assim como se lançam à investigação técnica, ao intercâmbio social com troca de mensagens de caráter pessoal que não tenham cunho comercial, político ou racial, e ainda fomentando o congraçamento dos povos do mundo.

Ao ligar o seu equipamento, o radioamador pode trazer para dentro do seu lar a voz de pessoas, distantes, residindo em países longínquos, com quem manterá conversações como se fosse uma visita, abordando vários assuntos permitidos pela legislação sobre radioamadorismo, e fazendo novas amizades ou renovando as já adquiridas. 
 
No Brasil, os radioamadores são legislados pelo ANATEL Agencia Nacional de Telecomunicações, órgão do Ministério das Comunicações, e supervisionados pela LABRE - Liga de Amadores Brasileiros de Rádio Emissão, à qual são filiados, agora sem obrigatoriedade.

Sendo reserva especial das Forças Armadas, os radioamadores poderão ser chamados a prestar serviços de caráter público, em casos de emergência, tais como catástrofes ou calamidade pública, quando estarão à prova os seus conhecimentos e habilidades de operação, qualidades que são adquiridas no dia a dia, e também participando de concursos e contestes nacionais e internacionais, ocasião em que o raciocínio e a presteza de decisão do radioamador são postos à prova, numa verdadeira cadeia de "escotismo no ar".

O radioamadorismo é uma atividade incessante. A qualquer hora do dia ou da noite, em todas as partes do mundo, existem sempre vários radioamadores com os seus equipamentos ligados e falando com outros, nas faixas de rádio a eles destinadas, num intenso formigar de estações pelo ar, trocando informações, aproximando almas distantes e desconhecidas, salvando vidas em perigo, minorando sofrimentos de corações angustiados pela falta de notícias de parentes e amigos, providenciando e enviando remédios que poderão salvar pessoas em perigo, etc. 

Mas não é só isso: o radioamadorismo é, realmente, tudo isso e muito mais: é aquela confraternização eterna e espontânea entre os homens, que os aproxima ainda mais, os une e os torna mais humanos, pois na sua maioria, os radioamadores não se conhecem pessoalmente, mas nutrem um pelo outro um profundo e sincero afeto.

De Roberto M. Rodrgirues . PY8-JS 



Escrito por PX CLUBE DE MAUÁ às 18h26
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15/01/2006 a 21/01/2006


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